Você conhece ou já ouviu falar em Planejamento Sucessório?

Quem já passou por um processo longo (talvez até conflituoso) de inventário, sabe que além de traumático pode também ser oneroso, pois seu custo é proporcional ao valor da herança.
Assim, como próprio nome já diz, o Planejamento Sucessório são ferramentas legais que ajudarão na transferência dos bens e patrimônios, de modo forma inteligente, a fim de evitar conflitos familiares futuros, e minimizar custos de taxas e impostos sobre o valor dos bens.
As formas mais conhecidas de organizar antecipadamente a transferência de patrimônio são:
· Doação – Os bens podem ser divididos em vida, ou com reserva de usufruto ao titular;
· Testamento – O titular faz a divisão dos bens a seu critério, seguindo apenas as regras legais;
· Seguro de Vida – Apesar de ser um instrumento financeiro, se encaixa muito bem no objetivo de minimizar custos e burocracias aos herdeiros;
· Holding Familiar – Consiste na criação de uma empresa familiar que gere o patrimônio do titular, na qual o mesmo apresenta os herdeiros como sócios, tão logo quotistas da herança e sucessores do patrimônio da empresa;
· Pacto Antenupcial – Está também relacionado ao regime de casamento, e prevê como sucederá as relações patrimoniais no curso ou fim do casamento, seja por divórcio ou morte de um dos cônjuges;
· Previdência Privada – Assim com o Seguro de vida, é rápida, segura e sem muitas burocracias, além de não sofrer cobrança do ITCMD.
Por fim, vale observar que estes instrumentos podem ser utilizados juntos ou isoladamente, de forma estratégica, clara e inteligente, de acordo com a necessidade do titular e sua família, na finalidade de evitar as temidas e dispendiosas burocracias.
Para saber mais, procure um profissional especializado.
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